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HGE promove ação de prevenção às queimaduras para acompanhantes de pacientes

Técnicas do HGE orientam pacientes e acompanhantes sobre cuidados para evitar queimaduras. Foto: Carla Cleto. (Reprodução)
Técnicas do HGE orientam pacientes e acompanhantes sobre cuidados para evitar queimaduras. Foto: Carla Cleto. (Reprodução)

 

O Hospital Geral do Estado (HGE) realizou, na quinta-feira (21), uma ação de prevenção às queimaduras na Pediatria e Recepção da unidade. O evento esclareceu as medidas preventivas necessárias à redução da incidência de acidentes envolvendo queimados. Na ocasião também foram repassadas as orientações nutricionais adequadas para pacientes queimados.

O esforço é resultado da iniciativa dos profissionais do Centro de Tratamento de Queimados (CTQ) do HGE. O evento teve como propósito prevenir a população, uma vez que, durante as festas juninas, são feitas fogueiras, utilizados fogos de artifício e preparadas as tradicionais comidas típicas, além das férias escolares, quando ocorrem acidentes com crianças.

“Queremos disseminar informações que possam afastar o risco de acidentes, principalmente os domésticos e os relacionados a essa época de junho, com fogos, fogueiras e fogos de artifícios. As queimaduras podem causar sofrimentos, dores, preocupações e, nos casos mais graves, até a morte”, enfatizou Marta Mesquita, gerente do HGE.

A dona de casa Juliana Merindiba, presente à ação, ressaltou a importância dos conhecimentos adquiridos. Ela contou que já teve um caso de queimadura com criança na sua família. “Minha cunhada estava na cozinha com o filhinho, ele tocou na panela de pressão e a queimadura ficou bem feia. Gostei de saber que a água gelada não deve ser usada, mas, a natural e corrente; muito bom saber que nada deve ser colocado em cima. Lembro que ela usou farinha de trigo misturada com água”, comentou.

Somente em 2017, o HGE registrou 631 atendimentos a vítimas de queimaduras. Em 2016, foram 612 casos. Entre as causas recebidas no Centro de Tratamento de Queimados (CTQ) lideram os líquidos superaquecidos; eles dominaram 48% dos internamentos (128) e 58% dos atendimentos ambulatoriais (333) em 2017.

O contato com a chama direta está na segunda posição entre os acolhimentos mais feitos: 28% dos internamentos (73) e 13% dos atendimentos ambulatoriais (66) também em 2017. Os demais números englobam os acidentes com sólidos superaquecidos, explosivos, eletricidade e substâncias químicas.

Fonte: Agência Alagoas.


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