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“Se mudar a lei, vou para outro trabalho”, diz Tifanny sobre reunião do COI

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Nos últimos meses, Tifanny atraiu grande parte das atenções do vôlei feminino mundial. Primeira transexual a atuar na Superliga feminina, ela mostrou, em pouco tempo, que está entre as melhores do país e virou foco da discussão sobre a presença no esporte de atletas que mudaram de sexo.
Após a derrota de seu time, o Bauru, diante do Osasco, na sexta-feira (03), ela diz não temer uma possível mudança nas regras do Comitê Olímpico. “Estou muito tranquila. Se mudar a lei, vou para outro trabalho sem problema nenhum, como qualquer mulher. Mas, no momento, a lei está comigo”, disse.
No fim de 2015, o Comitê Olímpico Internacional (COI) aprovou a regra de aceitar que transexuais possam participar das competições. A entidade pede que mulheres trans se declarem do gênero feminino (reconhecimento civil) e tenham nível de testosterona inferior a 10 nmol/L por pelo menos 12 meses antes da estreia em competições femininas. Mas, a entidade já anunciou que irá se reunir em breve para discutir o assunto.
Na semana passada, a Federação Internacional de Vôlei (FIVB) reuniu seu Conselho Médico e anunciou que vai estudar mais a participação de mulheres trans em esportes de alto rendimento para implementar um sistema próprio de elegibilidade para essas atletas. A entidade, porém, não estabeleceu prazo para divulgar este novo sistema.

*com informações do globoesporte.com


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