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Eleições, vamos conversar?

O calor das campanhas eleitorais fica cada vez mais alto enquanto o tão esperado dia se aproxima. Cada vez mais forte, observamos as empreitadas para buscas de mais um voto. Tudo isso me faz pensar e despertar o meu lado crítico de tais coisas. Antes disso, é justo esclarecer algumas coisas de como nossa estrutura de estado é formada. Se você já sabe como nosso estado é formado, trarei uma proposta ao final, se não sabe, vamos lá.

O modelo de estado moderno que nosso país segue é formado pela harmonia de três poderes independentes, um limitando o outro. Essa estrutura, embora muito abalada atualmente, atravessamos uma crise moral e ética gigantesca que enfraquece o nosso modelo de estado, serve para que haja um equilíbrio de poderes, evitando assim a concentração em apenas um grupo pequeno e seus respectivos interesses. O nosso país é estruturado pelo contrato social de 1988 através da Constituição Federal, que assim determina a harmonia do Executivo, Legislativo e Judiciário.

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As eleições de 2016 dão aos brasileiros o direito ao voto, fazendo com que o povo escolha seus representantes nos próximos anos. Toda essa corrida é para preenchimento das vagas municipais para vereadores e prefeitos, legislativo e executivo municipal, respectivamente. Então, seguindo nosso papo, percebo o quanto ainda é pouco falado o que cada um desses dois poderes municipais faz, o legislativo e o executivo.

Em uma síntese básica, o Legislativo Municipal através dos vereadores legitimamente eleitos por escolha da população, tem a função de legislar. Nesse caso, trabalhar na luta de elaboração de leis que tragam melhorias sociais e estruturais do município e também fiscalizar o executivo municipal, que conversaremos logo em seguida.

Na outra extremidade da base desse triângulo, que é montado o estado brasileiro, está o executivo. No município, a pessoa legitimamente eleita através do voto, que ficará como representante do povo no executivo municipal é o (a) prefeito (a). As atividades de estruturação e leis aprovadas pelo legislativo devem ser cumpridas pelo executivo, essa liderança democraticamente eleita fará as atividades que dão a satisfação do coletivo, através de obras estruturais, sociais, de fomento e progresso. Ou seja, o executivo faz.

Logicamente, falar sobre esses dois poderes não se resume a isso, há muito a ser estudado e entendido, como eu disse anteriormente: é uma síntese básica. Entretanto, fica a nós (povo) a escolha dos nossos representantes para os próximos anos. Cabe a cada um de nós tomar posse da nossa responsabilidade perante a sociedade e fazer análises de quem queremos para nos representar, que de fato entenda e que queira trabalhar para o bem coletivo. Ideias ultrapassadas como votar em pessoas por simplesmente ter laços de proximidade, devem ser esquecidas. Devemos votar por meritocracia, quem tenha capacidade de ser aberto ao diálogo com a população e as sociedades civis organizadas para melhorias igualitárias e progressistas. Hoje, faça essa análise e seja consciente. Quanto a proposta que sugeri logo no início dessa conversa, é que se você sabe como funciona a estrutura de estado brasileira, assuma um papel social de repassar conhecimento para as pessoas que ainda entendem, tome para si a ideia que todos juntos somos mais fortes.

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Pense, cresça, evolua e boa escolha!

Por: Redação. 


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